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Abeir Retornada

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Abeir Retornada

Mensagem por Emilson em Qui Fev 10, 2011 12:37 pm

Há muito tempo atrás, o mundo foi dividido para ser salvo de um conflito final entre deuses e primordiais. Os deuses pegaram uma parte (Toril), e os primordiais reivindicaram a outra (Abeir).

Eras depois, a Praga Mágica (que os abeiranos chamam o Sopro Azul de Mudança) causou a colisão e sobreposição entre os dois mundos separados. Porções de cada mundo deslocaram-se de um para o outro. Então os mundos separaram-se novamente, rompido o contato, mas cada qual tendo contribuído para o outro. Talvez, um quarto de Toril agora hospede terras nativas de Abeir.

As duas terras transplantadas sobre o continente de Faerûn mais importantes são Akanûl e Tymanther. Entretanto, a maior nova massa de terra pela extensão é um continente inteiro que os faerunianos chamam Abeir Retornada, que se encontra a oeste do Mar Sem Rastros.

Em Abeir Retornada, dragões governam vastos reinos de escravos. Os draconatos são os mais numerosos, mas eles são dados a rebeliões. Anões e humanos são abundantes. Genasis também são numerosos, principalmente no continente oriental de Shyr (um continente que não foi transportado para Toril pelo Sopro Azul de Mudança).

Outras raças são menos numerosas, e feys como os elfos e eladrins são curiosidades raras introduzidas somente no último século. Religiões organizadas em Abeir Retornada (crenças, santuários simples, e clérigos viajantes) são coisas novas; mesmo o conceito de deuses que atendem preces é ainda estranho para muitos, no entanto muitos deuses de Toril voltam sua atenção para as terras retornadas.

O Passado de Abeir

A verdadeira história do longo desdobramento de eventos em Abeir está oculta para a maioria dos mortais vivos na atualidade, porém eles mantêm muitas crenças conflituosas sobre o passado. Entre os humanos, somente um punhado de sacerdotes e sábios sabem algo mais do que especulações (o que é considerado verdade pela maioria dos abeiranos).

Na antiguidade, os Titãs do Alvorecer (os primordiais) lutaram contra os Estelares (deuses) e foram sobrepujados. Grandes foram as mortes entre os Titãs do Alvorecer, mas eles mantiveram Abeir em sua posse. Marcados e devastados pelos fogos divinos de seus inimigos, os poucos que sobreviveram estavam cansados de lutar. Sentindo isso, suas montarias, os dragões, mudaram de lado e se levantaram contra os Titãs do Alvorecer, assassinando mais, até que quase todos os que restaram exilaram-se dentro das rochas das montanhas e caíram em silêncio.

Os dragões triunfantes então fizeram guerra entre eles e contra os dragões que permaneceram leais aos Titãs do Alvorecer. Este evento foi chamado de a Guerra das Presas e Garras, na qual dragões descuidados liberaram a mágica dissoluta dos primordiais. Muito de Abeir foi deixada em ruínas, e os dragões estavam em tempo de cicatrização, poucos em número, e cansados da última guerra.

Então o lendário Gorloun, um dragão de imenso tamanho, poder, e idade, fundou o primeiro império dragão. Reinos dracônicos rivais começaram a surgir depois disso, e o longo Mando dos Dragões começou.

Os dragões iniciaram disputas, impérios nasceram, expandiram-se, e caíram, ou foram tomados pelas garras de seus imperadores mortais, mas o mando dracônico sobreviveu praticamente incontestado até que o Sopro Azul de Mudança desenterrou pequenas quantidades de âmbar venenosas para dragões, suficiente para abalar o Mando dos Dragões. Agora, todas as terras de Abeir Retornada governam a si mesmas, livres do mando dos dragões até o momento.

A Forma da Região

Abeir Retornada é rodeada por poderosas cordilheiras sobre três lados, curvadas ao redor de uma grande baía central, o Mar do Dragão.

A costa norte de Abeir Retornada é feita de inabitados e íngremes despenhadeiros, açoitado por ventos caindo em ondas dos gélidos cumes denteados das montanhas, onde os Titãs do Alvorecer dormem na gélida Fimbrul. Ao sul é a terra montanhosa de Relmaur, casa de draconatos e orcs rivais, que forma uma barreira natural entre os últimos dois reinos dragões sobreviventes: a selva de Melabrauth a oeste, e os vastos pastos de Skelkor a leste. Uma cadeia de montanhas separa Skelkor da Eskorn mantida pelos humanos e das Terras da Espada. A região oriental de Gontal agacha-se atrás de suas fronteiras montanhosas e revela pouco de si mesma aos estrangeiros. Uma terra de mistério para muitos abeiranos, os cidadãos de Gontal, em geral, sabem que é um local de intrigas ferozes.

Céu de Aço

Em Abeir, o agradável azul do céu há tempos foi esquecido. No lugar, um firmamento de nuança metálica curva-se de horizonte a horizonte. Quando o tempo violento se aproxima, o céu de aço condensa em nuvens verde-escuras e cor de cobre. O céu de aço não obscurece a luz do sol, luz do luar, ou as estrelas.

O céu metálico se deve ao arambar, a energia residual de um antigo primordial. Arambar foi um Titã do Alvorecer cujo poder era tão vasto que mesmo morto, sua memória visível persiste sobre Abeir Retornada.

Os Portos do Crepúsculo

Abeiranos freqüentemente usam “Portos do Crepúsculo” como uma expressão coletiva conveniente, mas essas cidades no litoral ocidental do Mar do Dragão central nunca cooperaram em qualquer coisa. Todavia, todas elas se submetem a Orlarrakh, uma Dragoa Verde anciã.

Conhecimento dos Portos do Crepúsculo

Um personagem sabe as seguintes informações com um sucesso no cheque de sabedoria de rua (vulgo manha ou streetwise):

DC 20: Os Portos do Crepúsculo parecem livres, superficialmente, mas na verdade estão a serviço de Orlarrakh, a Duquesa Verde.Orlarrakh coleta tributos para Melauthaur, o Imortal, governante de Melabrauth.

Apesar de cada Porto do Crepúsculo ser um feroz rival de todos os outros, cada um deles mantêm um covil fortaleza para Orlarrakh, para quando ela estiver em residência. Em cada visita, a Duquesa Verde demanda uma audiência com o atual senhor de cada cidade. Às vezes, novos senhores precisam ser escolhidos quando essas audiências terminam.

Ordem do Alvorecer

Alguns cultistas em Abeir Retornada veneram secretamente os Titãs do Alvorecer, rezando pelo seu retorno na crença de que eles irão matar ou, ao menos, quebrar o poder dos dragões e restaurar Abeir para uma fantástica era dourada de liberdade. Esta crença transgride severamente os decretos dos senhores dragões, dessa forma, estes cultos reúnem-se em extremo segredo. Muitos não possuem conhecimentos secretos ou rituais, e assim, suas reuniões secretas são meramente para exibições. Uns poucos, como os da Ordem do Alvorecer em Mreyelundar, alegam possuir relíquias dos Titãs do Alvorecer.

A Ordem do Alvorecer venera uma massiva caveira que às vezes fala. Os membros acreditam que a caveira era de um antigo primordial morto pelo dragão Gorloun. As palavras estrondosas da caveira certamente parecem bastante comoventes, mas elas são, em sua maioria, charadas. Muitos membros já alegaram que o líder do culto, um draconato chamado Rowan Babar, está por trás da caveira falante, e que ele procura enganar os cultistas. Todos esses membros tiveram mortes prematuras, e os novatos pouco sabem sobre este evento. Rowan alega que os primordiais descansam no coração das mais profundas cavernas nas montanhas ao norte de Abeir Retornada. Em seus leves sonos, eles estão a par do que acontece no mundo e cientes da honra prestada a eles pela Ordem do Alvorecer. Rowan diz que se o culto da ordem for puro e forte o suficiente, os Titãs do Alvorecer irão ressurgir e domesticar os dragões como as montarias que eles deveriam ser.

Se a Duquesa Verde já soubesse o que a Ordem do Alvorecer planeja, ela provavelmente poderia dizimar toda cidade de Mreyelundar apenas para estar certa de ter esmagado até o último membro do culto.

Dusklan

Cidade Portuária; População 56,600
Dusklan é formada de uma mistura heterogênea de raças. Diferente de Tarmalune, Dusklan é generosa com escravos fugitivos de outros reinos e outros Portos do Crepúsculo (a preço de qualquer um poder ser escolhido aleatoriamente para ser comida do antigo terror verde).

Dusklan é também lar de alguns orcs, os quais moram no Porto Baixo, uma severa vizinhança próxima às docas, caracterizada por muitos bordéis e comerciantes sombrios. Por razões que aparentam não ser de bom grado, Orlarrakh somente vem a Dusklan poucas vezes e raramente fica mais do que o suficiente para devorar uns poucos cidadãos sem sorte.

Dusklan é um lugar mais divertido que outros Portos do Crepúsculo. Os habitantes têm forte gosto por festas, danças, cantos, teatro e brincadeiras públicas. Roubos e Brigas nas tavernas da zona portuária são comuns, mas assassinato, seqüestro, e incêndios criminosos são quase desconhecidos.

Dusklan é o centro abeirano para falsificações (moedas são uma especialidade local) e falsas identidades para todos que podem pagar. Escravos fugitivos são atraídos especialmente por esse aspecto da cidade.

A cidade é governada por um Duspranar que mora numa grande mansão, emite decretos, e determina sentenças em disputas comerciais e casos de contraventores das leis presos. Um novo Duspranar é escolhido depois de cada visita infreqüente de Orlarrakh

Lylorn

Cidade Portuária; População 68,000
Os vorazes e orgulhosos Lylar estiveram sempre entre os mais valentes marinheiros de Abeir, viajando muito através dos mares a procura de novas destinações comerciais (e ilhas para saquear). Os piratas Lylar são elementos do folclore abeirano, e os Lylar tem como rival os Sambrase das Terras da Espada, por idealizarem afrontas e sacar suas armas para retaliá-los. Eles não matam oponentes velhos ou fracos, entretanto, mas carregam pequenos chicotes no cinto para punir aqueles que os ofendem.

Lylorn é claramente o maior, mais rico, e mais dominador dos Portos do Crepúsculo. Ela alcançou este estado por sacrificar o maior número de seus próprios cidadãos para o insaciável apetite de Orlarrakh.

Os Lylar preferem jardins murados e cobertos, e pátios interiores em suas casas revestidas de pedras e janelas curvas. Dentro de suas casas há ricas tapeçarias, carpetes profundos, estatuetas suntuosas, e outros luxos, incluindo todos os tipos de aves altamente temperadas em suas travessas de jantar.

Submissos à Orlarrakh, Lylorn é governada por um senhor que é eleito por outros nobres. Todos os líderes das setenta casas nobres votam, tendendo a escolhe os homens mais velhos e conservadores. (Se Orlarrakh viesse a comer o velhote, ao menos a vitima teria vivido bastante antes de seu terrível destino).

Os fabulosamente ricos Nandrel Gostur e Zasheena Drethyl lideram o Beijo da Sombra, uma gangue de venda de drogas e venenos ativa em todos arredores do Mar do Dragão. Zasheena ama aventureiros, seguindo avidamente as notícias de suas façanhas, muitas vezes os contratando, e até mesmo os seduzindo quando eles ela se sente segura em fazê-lo. Ela planeja usar suas drogas para um dia controlar Orlarrakh.

Mreyelundar

Cidade Portuária; População 29,900
Esta depressiva e apodrecida cidade sempre foi conhecida por sua riqueza, decadência, ilegalidade, e práticas ilícitas. Os mais notáveis ourives e talhadores de gemas habitam e trabalham neste lugar, e gangues controlam o modo de vida.
Melabrauth arrecada muitos tributos dessa cidade – depois de Orlarrakh pegar sua parte.

O joalheiro Trusk Rantyne é o Senhor do Portão da cidade, mas as gangues temem e obedecem Narnorn, um misterioso e lendário ladrão traiçoeiro que é quem verdadeiramente manda.

Ao passo que algumas das pessoas livres das Terras da Espada são fascinadas por dragões e anseiam por seu poder, esses dos Portos do Crepúsculo sabem, de primeira mão, que dragões não são dignos de estudo ou veneração. No desespero, alguns se tornam, secretamente, adoradores dos banidos Titãs do Alvorecer. A Ordem do Alvorecer, recentemente fundada, está rapidamente se tornando uma força real por trás das portas de Mreyelundar.

Tarsith

Cidade Portuária; População 46,800
Assentada ao redor da boca do Rio Esmur, onde peixes, enguias e moluscos da areia sempre foram abundantes, Tarsith é centro de negócios pesqueiros em Abeir Retornada. Todo dia, centenas de cidadãos remam ou navegam para fora, na pequena baía preenchida pelo Esmur, para puxar suas redes cheias de pescas resplandecentes.

A maioria das enguias e moluscos é consumida na localidade, mas os caranguejos das pedras são enrolados na argila do rio e ensacados em bolas que os mantêm para a viagem, e os peixes são separados e secados. Esses alimentos se tornaram as maiores exportações de Tarsith, ultrapassando sua especialidade tradicional: as melhores cordas e velas em toda a região. Os tecelões de Tarsith produzem o melhor tear de Abeir Retornada, mas eles não estão à venda (e de tempo em tempo são roubados em audaciosas incursões no interesse de tecelões de outras cidades).

Tarsith é governada por Tarandar, que usa uma bengala mágica e recebe suas ordens de Orlarrakh.

Esta é a mais calma cidade, que às vezes explode em inesperado terror quando a Duquesa Verde trás algum dragão camarada para Melabrauth para competições de quem consegue comer mais.

Tradução: Tchazzar Comunidade Forgotten Reamls Brasil.
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